Triquilar

Bula do remédio Triquilar. Classe terapêutica dos Contraceptivo Oral. Princípios Ativos Etinilestradiol e Norgestrel.

Bula de Triquilar

Indicação

Para que serve Triquilar?

Contracepção.

Contraindicações

Quando não devo usar este medicamento?

Gravidez, distúrbios graves da função hepática, icterícia ou prurido gestacional grave, síndromes de Dubin-Johnson e de Rotor, tumores hepáticos atuais ou anteriores, processos tromboembólicos ou antecedentes (por exemplo, apoplexia, infarto do miocárdio), anemia falciforme, carcinoma do útero ou de mama existente ou já tratado, diabetes grave com alterações vasculares, distúrbios do metabolismo lipídico, antecedentes de herpes gravídico, otosclerose agravada durante gestações anteriores.

Posologia

Como usar Triquilar?

O tratamento deve ser iniciado no 5 dia do ciclo menstrual. A paciente deve ingerir uma drágea ao dia, com pequena quantidade de líquido, sem mastigar e preferencialmente a mesma hora do dia, por exemplo, sempre após o café da manhã ou após o jantar. Se a paciente esquecer de tomar uma drágea no horário estabelecido deve tomá-la no período das 12 horas subsequentes. Após tomada a última drágea do estojo deve haver intervalo de 7 dias durante os quais, aproximadamente 2 a 4 dias após a última drágea, deve ocorrer sangramento por privação hormonal, semelhante à menstruação. O estojo seguinte, salvo indicação em contrário, deve ser iniciado após o intervalo de 7 dias.

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Efeitos Colaterais

Quais os males que pode me causar?

Em casos raros podem ocorrer cefaléias, distúrbios gástricos, náuseas, tensão mamária, alterações do peso e da libido ou estados depressivos. Em casos isolados foi observado diminuição da tolerância ao uso de lentes de contato. Após tratamentos prolongados, aparecem às vezes, em mulheres predispostas, cloasmas, que ficam mais evidentes após exposição ao sol.

Advertências e Precauções

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Antes de se iniciar a tomada de Triquilar deve-se efetuar exame geral completo e exploração ginecológica (incluindo as mamas), assim como a possibilidade da gestação deve ser excluída. Durante tratamento prolongado recomenda-se controle médico em intervalos de aproximadamente 6 meses. Durante os primeiros 14 dias do primeiro ciclo de tratamento é necessário tomar medidas contraceptivas adicionais, não hormonais (com exceção dos métodos de ritmo e da temperatura), se se quiser obter plena proteção contra uma gravidez, desde o primeiro dia de tratamento. No caso da paciente ter tendência a ou ser portadora de diabetes, hipertensão arterial, varizes, otosclerose, esclerose múltipla, epilepsia, porfiria, tetania, coreia menor, antecedentes de flebite, deve ser mantida sob cuidadosa vigilância. Aparecimento pela primeira vez de cefaléia semelhante a da enxaqueca, ou cefaléias com frequência e intensidade fora do habitual; dores abdominais intensas; distúrbios repentinos da percepção (ex.: perturbações visuais, perturbações da audição); sinais precursores de tromboflebites ou tromboembolias; sensação de dor e constrição no tórax; cirurgias programadas (6 semanas antes da data prevista); imobilização forçada (por exemplo, após acidentes); aparecimento de icterícia; hepatite; prurido generalizado; aumento de ataques epiléticos; aumento considerável da pressão arterial e gravidez são motivos para se interromper o tratamento. Após parar de usar Triquilar, a capacidade de engravidar e readquirida. Foi observado que o primeiro ciclo sem tratamento pode durar uma semana a mais do que o habitual. Porém, se em 2 a 3 meses não se estabelecer um ciclo normal, a causa desta irregularidade deve ser investigada. Durante o tratamento com esteróides sexuais, tais como, os contidos em Triquilar, têm sido observadas, algumas vezes, alterações hepáticas benignas e, muito mais raramente, até malignas, que em casos isolados podem provocar hemorragias intra-abdominais com risco de vida para a paciente. Segundo os conhecimentos atuais, não se pode excluir a possibilidade de que a tomada de contraceptivos hormonais esteja associada a um aumento de risco de doenças tromboembólicas venosas e arteriais. O risco relativo de trombose arterial (por exemplo, apoplexia, infarto do miocárdio) parece aumentar quando, concomitantemente, existem outros fatores, tais como, consumo intenso de cigarro, idade mais avancada e o uso de contraceptivos orais combinados. - Interações medicamentosas: a administração simultânea e regular de outros medicamentos (ex.: barbitúricos, fenilbutazona, hidantoína, rifampicina, ampicilina) pode reduzir o efeito contraceptivo. Também podem ocorrer alterações na necessidade de hipoglicemiantes orais ou de insulina.

Composição

6 drágeas contendo 0,05 mg de levonorgestrel e0,03 mg de etinilestradiol cada uma; 5 drágeas contendo 0,075 mg de levonorgestrel e 0,04 mg de etinilestradiol cada uma e 10 drágeas de 0,125 mg de levonorgestrel e 0,03 mg de etinilestradiol cada uma.

Apresentação

Cartuchos com estojo calendário contendo 21 drágeas.

Laboratório

Schering do Brasil Química e Farmacêutica Ltda.

SAC: 0800 702 1241

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