Triaxin Im

Bula de Triaxin Im

Bula do remédio Triaxin Im.

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Indicação

Para quê serve Triaxin Im?

Infecções causadas por germes sensíveis à ceftriaxona.

Contraindicações

Quando não devo usar este medicamento?

Hipersensibilidade às cefalosporinas. Em pacientes hipersensíveis às penicilinas deve-se levar em conta a possibilidade de reações cruzadas.

Posologia

Como usar Triaxin Im?

A dose-padrão para adultos e crianças acima de 12 anos é de 1 a 2 g de ceftriaxona uma vez ao dia. Em infecções graves e nos casos onde os patógenos são apenas moderadamente sensíveis ao produto a dose diária pode ser aumentada. Em casos excepcionais ela pode atingir 4 g. Lactentes e crianças pequenas são tratadas, em função da gravidade da infecção, à razão de 20-100 mg/kg de peso corporal/dia, administrados habitualmente de uma só vez. A duração da terapia varia de acordo com a evolução da doença. Ela deve ser continuada por pelo menos 3 dias após desaparecimento da febre. Recomenda-se o uso de soluções recém-preparadas. À temperatura ambiente, a eficácia dessas soluções se mantém durante pelo menos 6 horas (ou 24 horas em refrigerador). Diluir o produto 250 mg ou 500 mg em 2 ml e o produto de 1 g em 3,5 ml de uma solução de lidocaína a 1% e injetar profundamente na região glútea. Recomenda-se não injetar mais do que 1 g em cada lado. Triaxin IM nunca deve ser administrado por via intravenosa em função de conter lidocaína como diluente. As soluções têm cor amarelada; esta característica da substância ativa não tem qualquer significado quanto à eficácia e tolerância do produto. Instruções posológicas especiais: nos prematuros a dose diária não deve exceder a 50 mg/kg de peso corporal, devido à imaturidade de seus sistemas enzimáticos. As doses recomendadas para adultos podem ser usadas sem modificação nos pacientes geriátricos. Para o tratamento da gonorréia recomenda-se uma dose única de 250 mg de Triaxin por via intramuscular. Nos pacientes com disfunção renal, não há necessidade de reduzir a dose do produto, se a função hepática estiver inalterada. Somente nos casos de insuficiência renal grave (clearance de creatinina 10 ml/min) a dose diária não deve ultrapassar a 2 g. Nos pacientes com distúrbios hepáticos, não há necessidade de reduzir a dose se a função renal estiver inalterada. Nos casos de insuficiência renal e hepática graves, as concentrações plasmáticas de Triaxin devem ser determinadas a intervalos regulares. Em tratamentos prolongados deve-se verificar regularmente o quadro sangüíneo. - Condutas gerais e específicas: tolerância local: a injeção intramuscular sem a solução de lidocaína é dolorosa.

Efeitos Colaterais

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Tolerabilidade sistêmica: foram observados os seguintes efeitos colaterais concomitantes com o uso de Triaxin (em ordem decrescente de freqüência, por sistema orgânico); distúrbios gastrintestinais: fezes moles, diarréias, náuseas, vômitos, estomatites, glossite; reações cutâneas: exantema, dermatites alérgica, prurido ou hemorragia, leucopenia, trombocitopenia e anemia hemolítica; outros efeitos colaterais raros: cefaléia, tontura, elevação das enzimas hepáticas, oligúria, aumento da creatinina sérica, micose do trato genital, tremores e reações anafiláticas. Todos esses efeitos colaterais foram reversíveis, em alguns casos somente após a suspensão da medicação. Assim como outras cefalosporinas, não pode excluir a possibilidade de ocorrência de choque anafilático; nesse caso devem-se adotar imediatamente as medidas apropriadas. Caso ocorra diarréia grave ou persiste, a possibilidade de colite pseudomembranosa devida à toxina de clostridium difficile deve ser lembrada. Nesse caso, o tratamento com Triaxin deve ser descontinuado e instituído o tratamento apropriado (administração de vancomicina ou de um derivado 5-nitroimidazólico).

Advertências e Precauções

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Embora as pesquisas pré-clínicas realizadas não tenham revelado efeitos mutagênicos ou teratogênicos, o produto não deve ser usado durante a gravidez principalmente nos primeiros 3 meses, a não ser que seja absolutamente necessário. O potencial nefrotóxico é semelhante ao das outras cefalosporinas. Embora o medicamento seja excretado pelas vias biliar e renal, não há necessidade do ajuste da dose em pacientes tratados com doses orais, porém as concentrações séricas do medicamento devem ser monitoradas periodicamente; se houver evidência de acúmulo, a dosagem deve ser diminuída. Normalmente não há necessidade de ajuste de dosagem em pacientes com disfunção hepática; entretanto, em pacientes com disfunção hepática e doença renal significante, a dose não deve exceder 2 gramas ao dia sem monitorização das concentrações séricas. É rara a ocorrência de alteração no tempo de protrombina. Os pacientes com prejuízo na síntese de vitamina K ou estoque baixo dessa vitamina podem necessitar de monitorização do tempo de protrombina durante o tratamento. O uso prolongado do medicamento pode resultar no aparecimento de organismos não susceptíveis, por isso é essencial a observação cuidadosa do paciente. Se ocorrer superinfecção durante o tratamento, deverão ser adotadas medidas apropriadas. Deve ser administrado com cuidado em pacientes com história de doença gastrintestinal, especialmente colite. O tratamento deve ser suspenso caso ocorram sinais e sintomas sugestivos de problemas da vesícula biliar ou anormalidades na sonografia. Como não há estudos bem controlados sobre o uso durante a gestação, a utilização do medicamento nestas condições somente deve ser feita se estritamente necessária. Embora o medicamento seja eliminado em baixas concentrações no leite materno, a administração durante a amamentação deve ser feita com cuidado. Estudos in vitro demonstraram que a ceftriaxona, do mesmo modo que outras cefalosporinas, pode deslocar a bilirrubina da albumina sérica. O medicamento não deve ser administrado a neonatos hiperbilirrubinêmicos, especialmente prematuros. - Interações medicamentosas: até o momento não se observaram quaisquer alterações da função renal após a administração simultânea de grandes doses do produto e potentes saluréticos como furosemida. Não se observou qualquer interferência durante a administração simultânea com aminoglicosídeo, mais particularmente, não se observou aumento da toxicidade renal da tobramicina pelo produto. Não foi demonstrado efeito similar ao do dissulfiram após administração de álcool com o produto. Não é provável ocorrer qualquer efeito deste tipo, devido à estrutura química do produto. Ceftriaxona não interfere na ligação da bilirrubina às proteínas plasmáticas. O probenecide não tem influência sobre a eliminação do produto.

Composição

Cada frasco-ampola contém: pó estérilequivalente a: 250 mg, 500 mg e 1 g de ceftriaxona; cada diluente aquoso de lidocaína 1% contém: 2 ml, 2 ml e 3,5 ml.

Apresentação

Caixa com 1 frasco-ampola contendo 250 mg, 500 mg e 1 g, acompanhado de ampolas de diluente de 2 ml, 2 ml ou 3,5 ml (lidocaína a 1%).

Laboratório

Eurofarma Laboratórios Ltda.

SAC: 0800-704-3876

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