Sinvastacor

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Bula do remédio Sinvastacor. Classe terapêutica dos Hipolipemiante. Princípios Ativos Sinvastatina. Venda sob prescrição médica.

Indicação

Para que serve Sinvastacor?

Eficaz na redução do colesterol, quando apenas a dieta é insuficiente.

Contraindicações

Quando não devo usar este medicamento?

Hipersensibilidade aos componentes da fórmula, hepatopatias ativas ou elevações
persistentes e inexplicadas das transaminases séricas, terapia concomitante com bloqueador do canal de
cálcio da classe dos tetralol, mibefradil e durante a gravidez e a lactação.

Posologia

Como usar Sinvastacor?

Deve-se seguir uma dieta redutora de colesterol antes de receber sinvastatina e continuar
Nesta dieta durante o tratamento. hiperlipidemia: dose inicial usual de 10 mg/dia, dose única à noite.

Hipercolesterolemia leve a moderada pode ser tratada com a posologia inicial de 5 mg. ajustes posológicos,
Se necessários, devem ser feitos em intervalos não inferiores a 4 semanas, até o máximo de 80 mg/dia em
Dose única, à noite. deve-se considerar a redução da dose de sinvastatina se: ldl-colesterol < 75
Mg/dl ou colesterol total plasmático < 140 mg/dl. hipercolesterolemia familiar homozigótica: recomendadase
De 40 mg/dia à noite ou 80 mg/dia em 3 doses: 20 mg, 20 mg e uma noturna de 40 mg. nestes pacientes,
Sinvastatina deve ser usada como adjunto a outros tratamentos hipolipemiantes ou se tais tratamentos
Não forem disponíveis. doença coronariana: dose incial 20 mg/dia, dose única à noite. ajustes de posologia,
Se necessários, devem ser realizados conforme orientação anterior. terapia concomitante: sinvastatina
É eficaz isolada ou em combinação com os sequestrantes de ácidos biliares. em pacientes recebendo
Ciclosporina, fibratos ou niacina concomitantemente com sinvastatina, a dose máxima recomendada é
10 mg/dia. insuficiência renal grave: deve considerar cuidadosamente doses > 10 mg/dia e, quando
Necessária, esta deve ser implementada com cautela.

Advertências e Precauções

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Ocasionalmente causa miopatia, que se manifesta como dor muscular ou
fraqueza associada a grandes elevações de creatinina quinase (> 10 vezes o limite superior da normalidade [LSN]). Rabdomiólise, com ou sem falência renal aguda secundária à mioglubinúria, foi raramente relatada.

A incidência e gravidade de miopatia são elevadas pela administração concomitante de drogas como genfibrozil e outros fibratos e doses hipolipemiantes de niacina (> 1 g/dia). Além disso, o risco de miopatia parece aumentar com níveis elevados de atividade inibitória da HMG-CoA redutase no plasma. Algumas drogas possuem efeito inibitório significativo do citocromo P450 3A4 e podem elevar os níveis plasmáticos da SINVASTATINA e aumentar o risco de miopatia. Estas drogas incluem ciclosporina, bloqueadores do canal de cálcio da classe dos tetralol, mibefradil, itraconazol, cetoconazol e outros antifúngicos azólicos, os antibióticos macrolídeos, eritromicina e claritromicina e nefazodona. Aumentos das transaminases séricas > 3 vezes o LSN ocorrem em poucos pacientes, quando a droga foi suspensa ou descontinuada nestes pacientes, os níveis de transaminases em geral caem lentamente para valores pré-tratamento. Os aumentos não foram associados a icterícia ou outros sinais clínicos ou sintomas. A droga deve ser utilizada com cautela em pacientes que consomem quantidades substanciais de álcool e/ou tenham história de doença hepática. Hepatopatias ativas ou elevações inexplicadas das transaminases são contra-indicações para o uso de SINVASTATINA. Assim como com outros hipolipemiantes, elevações moderadas (< 3 vezes o LSN) das transaminases séricas foram relatadas após a terapia com SINVASTATINA. Essas alterações apareceram logo após o início da terapia, foram geralmente transitórias e não acompanhadas por quaisquer sintomas e a interrupção do tratamento não foi necessária. SINVASTATINA é contra-indicada na gravidez e lactação. Não recomendada para uso pediátrico. Não houve aumento aparente na freqüência de achados adversos clínicos ou laboratoriais em pacientes com idade acima de 65 anos. Em pacientes tomando anticoagulantes cumarínicos, o tempo de protrombina deve ser determinado antes do início do tratamento com SINVASTATINA e freqüentemente durante o início do tratamento para assegurar que não ocorra nenhuma alteração significativa. SINVASTATINA é geralmente bem tolerada; a maioria dos efeitos colaterais foi de natureza leve e transitória. Os seguintes efeitos adversos foram relatados: náusea, diarréia, erupção cutânea, dispepsia, prurido, alopecia, tontura, câimbra muscular, mialgia, pancreatite, parestesia, neuropatia periférica, vômitos e anemia.

PARA COMPRIMIDOS DE 5, 20 E 40 MG: ESTE PRODUTO CONTÉM O CORANTE AMARELO TARTRAZINA QUE
PODE CAUSAR REAÇÕES DE NATUREZA ALÉRGICA, ENTRE AS QUAIS ASMA BRÔNQUICA, ESPECIALMENTE
EM PESSOAS ALÉRGICAS AO ÁCIDO ACETILSALICÍLICO.

Apresentação

30 comprimidos revestidos 5 mg
30 comprimidos revestidos 10 mg
30 comprimidos revestidos 20 mg
10 comprimidos revestidos 40 mg
30 comprimidos revestidos 40 mg

Venda

Venda sob prescrição médica

Introdução

SINVASTACOR
Sinvastatina
Registro M.S. n° 1.0047.0270

Laboratório

HEXAL DO BRASIL Ltda.

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