Pedialyte 90

Bula de Pedialyte 90

Bula do remédio Pedialyte 90. Classe terapêutica dos Hidratantes. Princípios Ativos Sais Minerais Usados para Hidratação.

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Indicação

Para quê serve Pedialyte 90?

Reposição das perdas acumuladas de água e eletrólitos (reidratação), ou para manutenção da hidratação (após a fase de reidratação), em quadros de doença diarréica aguda, de qualquer etiologia, tanto em crianças quanto em adultos.

Contraindicações

Quando não devo usar este medicamento?

Íleo paralítico, obstrução ou perfuração intestinal e vômitos incoercíveis. Usar com cautela em função renal diminuída, devido ao potássio. Soluções para TRO podem ser usadas por gestantes e mulheres amamentando. Advertências: a solução somente deverá ser utilizada quando se apresentar transparente ou com leve coloração amarelada e livre de quaisquer resíduos. Após aberto o frasco, o que não for consumido em 24 horas deverá ser desprezado. O frasco deve ser mantido tampado, podendo ser refrigerado, se desejado.

Posologia

Como usar Pedialyte 90?

Na fase de reidratação, oferecer com freqüência ao paciente, permitindo que o volume e a velocidade de ingestão sejam determinados por sua aceitação. Como regra geral, recomenda-se de 100 a 150 ml/kg de peso corporal, administrados em 4 a 6 horas; é possível, entretanto, grande variação entre pacientes. Na fase de manutenção, oferecer com freqüência ao paciente, alternando com outros líquidos (leite, sucos, chás, água, sopas). Administrações de solução podem ser feitas adicionalmente a cada evacuação líquida. Administrar exclusivamente por via oral, de preferência por colher ou copo, dependendo da idade do paciente. Em caso de vômitos ou falta de deglutição voluntária pode-se administrar por sonda nasogástrica, pelo período necessário até que seja possível retornar à administração habitual. - Superdosagem: as conseqüências mais graves são hipernatremia e/ou hiperpotassemia. Em grau leve são geralmente assintomáticas. Hipernatremia severa pode manifestar-se por febre elevada, sede, oligúria acentuada, quadro neurológico com alteração da consciência, de letargia ao coma, irritabilidade, hiper-reflexia, rigidez de nuca e convulsões; não corrigida pode levar à lesão cerebral. Hiperpotassemia severa pode causar fraqueza e paralisia musculares, arritmias cardíacas, falência circulatória e parada cardíaca. Tratamento recomendado: dosagens freqüentes de eletrólitos sangüíneos; administração de água, alternadamente com a solução para TRO ou substituição por hidratação I.V, orientada por dosagens de eletrólitos sangüíneos. Em hiperpotassemia, acompanhamento por ECG; medidas paliativas de curta duração, visando impedir ação tóxica sobre o miocárdio, como injeção I.V. de gluconato de cálcio, infusão de soluções alcalinizantes, infusão de insulina e glicose (1U/4g) para favorecer a entrada de potássio nas células. Nos casos mais graves, de hipernatremia e/ou hiperpotassemia, diálise peritoneal.

Efeitos Colaterais

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Até o momento não se observaram reações adversas com a posologia recomendada. Administração aguda de sais de sódio, em quantidades acima da capacidade renal de excreção, produz aumento da osmolaridade, principalmente extracelular. Não há toxicidade crônica com o uso de soluções para TRO.

Composição

Por 500 ml de solução: cloreto de sódio 2,340g; citrato de potássio monoidratado 1,080 g, citrato de sódio diidratado 0,490 g; glicose 10 g; água deionizada q.s.p. Composição hidroeletrolítica: sódio 90 mEq/l; potássio 20 mEq/l; cloreto 80 mEq/l; citrato 30 mEq/l; glicose 111 mMol/l.

Apresentação

500 ml.

Laboratório

Abbott Laboratórios do Brasil Ltda.

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