Orastina

publicidade

Bula do remédio Orastina. Classe terapêutica dos Ocitocitos. Princípios Ativos Ocitocina. Venda sob prescrição médica - uso restrito em hospitais.

Indicação

Para que serve Orastina?

Para indução do parto a termo
Inércia uterina primária e secundária
Retenção placentária
Hemorragias atônicas pós-parto ou pós-curetagem

Contraindicações

Quando não devo usar este medicamento?

Hipersensibilidade à oxitocina e ao clorobutanol. Padrão de freqüência cardíaca fetal nitidamente patológico. Espasmo uterino. Toxemia gravídica severa. Trabalho de parto obstruído. Apresentação anormal. Ruptura uterina iminente.

Deslocamento da placenta.

Posologia

Como usar Orastina?

A posologia deve ser ajustada individualmente dependendo da sensibilidade do útero à oxitocina. Para induzir e intensificar as contrações uterinas o medicamento deve ser administrado somente como infusão endovenosa sob supervisão constante. Após o parto pode ser também administrado como injeção endovenosa lenta.

ajuste da velocidade de Infusão: ajustando-se a velocidade de infusão para se adequar às necessidades individuais, o efeito pode ser regulado de tal modo que a frequência desejada e a força de contração sejam obtidas e mantidas sem comprometimento da atividade cardíaca fetal. Durante este período é nessária uma monitorização constante por exemplo através de cardiotacografia. Se surgirem sinais de superdosagem (padrão de frequência cardíaca fetal nitidamente patológico, contrações anormais, ruptura uterina iminente) a infusão deve ser interrompida e se necessário devem ser administrados relaxantes uterinos.

PREPARAÇÂO da Solução de Infusão: o conteúdo de uma ampola de ORASTINA 3 U.I. é misturado homogeneamente com 300 ml de uma solução de glicose 5%. A solução de infusão assim obtida contém 10 U.I./l ou 10 miliunidades por ml (10 mU/ml). Cada gota desta solução é equivalente a 0,5 miliunidades (0,5 mU/gota).

A menos que prescrito de outra forma, recomendam-se as seguintes doses:
Indução do parto a termo (inércia uterina primária). Primeiro e segundo períodos do trabalho de parto (inércia uterina secundária).

As doses normalmente empregadas são de 0,5 a 2 U.I., administradas como uma infusão endovenosa sob constante supervisão.

A infusão gota-a-gota contínua normalmente se inicia com 2-4 gotas por minuto, aumentando a cada 15 minutos por 2-4 gotas por minuto; a infusão automática começa com 1-2 mU/min aumentando a cada 15 minutos de 1-2 mU/min; em cada caso a frequência cardíaca fetal deve ser constantemente monitorizada até que sejam atingidas as contrações uterinas normais. Quando as contrações estiverem avançadas a taxa de infusão normalmente pode ser reduzida. É aconselhável continuar a infusão após o parto para prevenir hemorragias atônicas.

Terceiro período de parto. Curetagem pós-aborto, ORASTINA pode ser administrada pela via intramuscular, ou para se obter um efeito mais rápido, pela via endovenosa lenta, após diluição com solução salina isotônica. A dose de 3 U.I. é normalmente suficiente mas se ocorrer hemorragia atônica grave a dose pode ser aumentada para 4-6 U.I. Se houver motivo de se esperar uma hemorragia pós-parto, deve ser administrada profilaticamente uma injeção endovenosa imediatamente após o nascimento da criança.

Administração
ORASTINA pode ser administrada como infusão intravenosa ou como injeção intramuscular ou intravenosa lenta: durante o trabalho de parto somente como infusão intravenosa sob supervisão constante; após o parto e para curetagem também como injeção intramuscular ou intravenosa lenta. administração intravenosa rápida deve ser evitada por causa do risco de hipotensão e taquicardia.

Efeitos Colaterais

Quais os males que pode me causar?

Quando são administradas doses muito elevadas ou a dosagem é muito rapidamente aumentada podem ocorrer contrações hipertensivas ou hiperativas ou até tetania uterina. As conseqüências possíveis são: deficiência intrauterina de oxigênio (asfixia) com risco para o feto, ruptura uterina.

observação: A dosagem deve deste modo ser constantemente ajustada, simultaneamente com a monitorização contínua da freqüência cardíaca fetal e das contrações. Se aparecerem sinais de superdosagem, diminuir ou interromper a infusão e, se necessário, administrar relaxantes uterinos.

Se a injeção for administrada rapidamente podem ocorrer uma queda de pressão arterial, taquicardia ou angina pectoris.

O choque anafilático é raro mas sua ocorrência significa risco de vida (ver item medidas de urgência).

Advertências e Precauções

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Em pacientes que foram previamente submetidos a cirurgia cesareana ou outras cirurgias do útero, ORASTINA somente deve ser utilizada se estritamente indicada e a pressão intra-uterina das contrações deve ser mantida a mais baixa possível e constantemente monitorizada.

Deve se ter cautela em grandes multíparas (acima de 4 partos), em multíparas idosas e nos casos em que há risco de embolia amniótica.

Composição

Cada ml contém:
Oxitocina .................... 3 UI
Veículo .................... 1 ml
Contém como conservante 5 mg de clorobutanol hemiidratado por ml.

Interações Medicamentosas

As prostaglandinas podem potencializar o efeito da oxitocina.

Venda

Venda sob prescrição médica - uso restrito em hospitais

Introdução

Orastina®
Oxitocina
Solução injetável - embalagem com 50 ampolas de 1 ml

Informação ao Paciente

Cuidados de armazenamento: na sua embalagem original, ORASTINA deve ser conservado ao abrigo da luz e em temperatura entre 2 e 15º C.

Prazo de validade: desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, ORASTINA apresenta prazo de validade de 36 meses. Nenhum medicamento deve ser utilizado após o término do seu prazo de validade, pois pode ser ineficaz e prejudicial para sua saúde.

Ação esperada do medicamento: o início de ação de ORASTINA ocorre imediatamente após sua administração.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE.

Medidas de Urgência

No caso de choque anafilático são geralmente recomendadas as seguintes medidas de urgência: aos primeiros sinais (sudorese, náusea, cianose) interromper imediatamente a injeção mas deixar a canula venosa no lugar para se poder fazer canulação venosa.

Adicionalmente às medidas comuns de emergência, garantir que o paciente fique numa posição horizontal com as pernas levantadas e as vias aéreas desobstruídas.

O tratamento medicamentoso de urgência consiste em administrar imediatamente epinefrina i.v.: diluir 1 ml da solução de epinefrina comercialmente disponível 1:1000 para 10ml. inicialmente injetar 1 ml dessa diluição (equivalente a 0,1 mg de epinefrina) enquanto monitorizando o pulso e pressão arterial (esteja atento para distúrbios do ritmo). a administração de epinefrina pode ser repetida.

Depois glicorticóides i.v. ex.: 250-1000 mg de metil-prednisona. a administração de glicocorticóides pode ser repetida.

Subseqüentemente substituição de líquidos via i.v. por exemplo: expansores plasmáticos, albumina humana, solução eletrolítica balanceada.

Outras medidas terapêuticas incluem respiração artificial, inalação de oxigênio, medicamentos anti-histamínicos.

Laboratório

Hoechst Marion Roussel

Tel: 55 (011) 5683-7847

publicidade