Bula do medicamento Labirin. Princípio ativo Betaistina Dicloridrato. Uso adulto.
Indicações de Labirin
Tratamento sintomático da vertigem interativa com ou sem sinais cocleares.
- Vertigens devidas a distúrbios circulatórios do ouvido interno.
- Zumbidos no ouvido e vertigens do tipo Síndrome de Meniére.
Contra-Indicações de Labirin
Reações de hipersensibilidade à droga, ou aos componentes da fórmula do produto.
Úlcera gastrointestinal ativa e feocromocitoma.
Forma Farmacêutica e Apresentações
Comprimidos de 8 mg. caixas com 30 comprimidos.
Comprimidos de 16 mg. caixas com 30 comprimidos.
Interações Medicamentosas
Há relatos de interação medicamentosa da Betaistina com a atropina não sendo recomendado o uso simultâneo destas drogas. Pode ocorrer interação medicamentosa aditiva entre a histamina e a Betaistina.
Posologia e Modo de Usar
A dose recomendada é de 3 comprimidos de 8 mg, (24 mg/dia), divididos em três tomadas ao dia, de preferência durante as refeições.
Em função dos resultados obtidos a dose pode ser aumentada para três comprimidos de 16 mg ou seis comprimidos de 8 mg, em doses divididas durante o dia. A dose máxima é de 48 mg/dia.
Duração do tratamento:
A duração recomendada do tratamento é de 2 a 3 meses a ser repetido de acordo com a evolução da sintomatologia. A Betaistina não é indicada para um tratamento de crises, mas para um tratamento prolongado, a ser mantido ou interrompido de acordo com a evolução da doença.
O espaçamento, a diminuição e mesmo a prevenção das crises permitem reinserção sócio-familiar do paciente.
Precauções e Advertências
Nos asmáticos a administração de LABIRIN exige um acompanhamento cuidadoso devido ao risco de ocorrer vasoconstrição. Os comprimidos devem ser administrados junto às refeições para prevenir a ocorrência de gastralgias. Os pacientes que apresentem feocromocitoma não devem ser tratados com Betaistina. Gravidez e Amamentação Não é recomendado o uso de Betaistina durante a gestação e a lactação.
Reações Adversas e Alterações de Exames Laboratoriais
A boa tolerância permite o uso prolongado de Betaistina. Entretanto, foram reportadas reações adversas, sendo as mais freqüentes epigastralgia, exacerbação das úlceras pépticas, náusea, e vômito. Raramente, podem ocorrer ainda diarréia, cefaléia e sonolência.
Laboratório
Apsen Farmacêutica
