Bula do medicamento Fenitoína. Princípio ativo Fenitoina.
Efeitos Colaterais de Fenitoína
Requerem atenção médica
Incidência mais freqüente:
Alterações comportamentais;
Lentidão ou instabilidade ao andar;
Confusão;
Movimentos oculares contínuos e incontrolados;
Alterações no estado de ânimo ou mental;
Debilidade muscular;
Aumento da freqüência das crises convulsivas;
Fala balbuciante;
Tremor das mãos;
Excitação, nervosismo ou irritabilidade não habitual;
Sangramento, dor ou aumento do tamanho das gengivas (hiperplasia gengival);
Gânglios aumentados;
Febre;
Dor muscular;
Dor de garganta (intolerância ou síndrome de hipersensibilidade à fenitoína; pode incluir linfoadenopatia local ou generalizada; o rash geralmente aparece na segunda semana de tratamento, porém a síndrome pode tardar em aparecer entre 8 e 12 semanas após o início da terapia; a síndrome pode incluir hepatite ou nefrite e por em risco a vida do paciente; uma rápida intervenção pode evitar a insuficiência renal, necrólise epidérmica tóxica ou a necróse hepática; os sintomas também podem dever-se ao lupus eritematoso ou a síndrome de Stevens-Johnson).
Incidência rara:
Freqüentes fraturas ósseas;
Malformações ósseas;
Crescimento retardado (a terapia com hidantoínas induz alterações no metabolismo do ergocalciferol e de cálcio);
Escurecimento da urina;
Fezes de cor cinza claro;
Perda do apetite;
Dor estomacal severa;
Cor amarela dos olhos e pele (hepatite ou icterícia colestática);
Inquietude ou agitação;
Movimentos incontrolados espasmódicos ou de torção das mãos, braços ou pernas;
Dor de garganta e febre (agranulocitose ou intolerância);
Requerem atenção médica somente se persistirem
Incidência mais freqüente:
Prisão de ventre;
Enjôos ligeiros;
Sonolência ligeira;
Náuseas e vômitos;
Incidência menos freqüente:
Crescimento não habitual e excessivo dos pêlos no corpo e na face;
Acentuação das linhas faciais, incluíndo engrossamento dos lábios, alargamento do nariz e protusão da mandíbula;
Dor de cabeça;
Contração muscular;
Inchaço das mamas em homens (ginecomastia);
Problemas para dormir.
Interações com testes laboratoriais
A fenitoína pode reduzir os níveis séricos de PBI (iodo ligado à proteína), reduzir os valores dos testes de dexametasona ou metirapona a níveis abaixo do normal e elevar os níveis séricos de glicose, fosfatase alcalina e gama glutamil transpeptidase (GGT). A fenitoína pode afetar testes de metabolismo sangüíneo de cálcio e de açúcar.
Provas de função tireóidea: A terapia com fenitoína diminui a concentração de tiroxina livre circulante; a taxa de metabolismo basal não parece ser afetada.
Precauções
Tumorigenicidade: Tem sido descrito casos esporádicos de tumores malignos, que incluem o neuroblastoma, em crianças cujas mães foram submetidas ao tratamento com fenitoína, durante a gravidez.
Gravidez: A fenitoína atravessa a placenta; Deve-se considerar a relação risco-benefício, embora não se tenha estabelecido uma relação causa-efeito definitiva entre as hidantoínas e os efeitos teratógenos.
Nos últimos anos têm-se descrito uma maior incidência de anomalias congênitas em crianças cujas mães utilizaram anticonvulsivos durante a gravidez, embora a maioria das mães epilépticas dão à luz, crianças normais. Tais anomalias incluem lábio leporino, fenda no palato, malformações cardíacas e a "síndrome fetal por hidantoína" (caracterizada por deficiência no crescimento pré natal, microcefalia, anomalias crânio-faciais, hipoplasia das unhas e deficiência mental associada ao desenvolvimento intra-uterino durante o tratamento). Não se está comprovado que estes medicamentos sejam a causa da "síndrome fetal por hidantoína, e acredita-se que provavelmente outros fatores influam em seu aparecimento.
Devido a alterações na absorção, da união às proteínas e no metabolismo dos anticonvulsivos do grupo das hidantoínas durante a gravidez, as mulheres grávidas que estejam recebendo este tratamento podem experimentar um aumento na incidência das crises convulsivas. As concentrações séricas de hidantoína deverão ser monitorizadas e aumento nas doses poderão ser necessários.
Após o parto, pode ser necessário restaurar a posologia usual da paciente.
Parto: A exposição às hidantoínas antes do nascimento pode produzir um aumento do risco de hemorragia que ponha em perigo a vida do neonato, normalmente nas 24 horas posteriores ao nascimento. As hidantoínas podem também produzir deficiência de vitamina K na mãe, o que acarreta um aumento da hemorragia durante o parto. O risco de hemorragia materna ou fetal pode reduzir-se administrando vitamina K hidrossolúvel profilaticamente à mãe um mês antes do parto e durante o mesmo e ao neonato mediante injeção intravenosa imediatamente após o nascimento.
Lactação: A fenitoína é excretada no leite materno. O lactente pode ingerir quantidades significativas.
Pediatria: As crianças e os adultos jovens são mais susceptíveis de desenvolverem hiperplasia gengival.
Geriatria: Pacientes idosos, os gravemente enfermos e os que apresentam disfunção hepática podem requerer uma dose inicial mais baixa, com ajustes posteriores, devido ao lento metabolismo da fenitoína ou ao menor grau de ligação às proteínas.
Odontologia: Uma complicação comum no tratamento com fenitoína é a hiperplasia gengival; normalmente inicia-se como gengivite ou inflamação das gengivas nos primeiros seis meses de tratamento. A incidência é maior nos pacientes com idade inferior a 23 anos do que nos pacientes com mais idade e a hiperplasia gengival severa é menos provável que apareça com doses menores de 500 mg diários. O crescimento excessivo do tecido parece ter como causa uma alteração no metabolismo do colágeno. As porções das gengivas sem contato com os dentes não são afetadas. A afecção não exige a retirada obrigatória da droga e pode ser minimizada com uma boa higiene oral.
Uma pequena porcentagem de pacientes tratados com fenitoína são predispostos à metabolização lenta da droga. A metabolização lenta pode ser atribuída à disponibilidade limitada da enzima e à falta de indução; Isto parece ser determinado geneticamente.
O uso da fenitoína deve ser interrompido em caso de aparecimento de "rash" cutâneo. Se a erupção for esfoliativa, purpúrica ou bolhosa ou suspeitar-se de lupus eritematoso, síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise epidérmica tóxica, o medicamento não deve ser administrado e deve-se levar em consideração uma terapia alternativa.
Em caso de aparecimento de "rash" cutâneo leve (do tipo morbiliforme ou escarlatiniforme), o tratamento pode ser reinstituído após o seu desaparecimento. Se a erupção recidivar após a reintituição do tratamento, é contra-indicado posterior tratamento com fenitoína.
A relação risco-benefício deve ser avaliada nas seguintes situações clínicas:
- Alcoolismo ativo: Pode diminuir as concentrações séricas da fenitoína.
- Discrasias sangüíneas: Pode aumentar o risco de infecções graves.
- Diabetes mellitus: A hiperglicemia pode ser potencializada.
- Disfunção hepática: O fígado é o principal local de biotransformação da fenitoína.
A redução do metabolismo da fenitoína aumenta a possibilidade de alcançar concentrações séricas tóxicas. Pacientes com a função hepática alterada, idosos ou portadores de doenças graves podem apresentar sinais precoces de toxicidade.
- Disfunção tireóidea: A terapia com fenitoína diminui as concentrações de tiroxina livre circulante; os pacientes permanecem eutiroideos.
Advertências
A retirada abrupta da fenitoína em pacientes epilépticos pode precipitar estado de mal epiléptico.
Quando, a julgamento do médico, surgir a necessidade de redução da dosagem, descontinuação ou substituição por medicamentos anticonvulsivantes alternativos, deve ser feita de forma gradual, por várias semanas.
Apresentação
Comprimidos: embalagens com 200 unidades
Contraindicações
O produto está contraindicado à pacientes com história de hipersensibilidade à fenitoína ou a outras hidantoínas.
A fenitoína não está indicada no tratamento das crises de ausência (pequeno mal), no tratamento de convulsões por hipoglicemia ou por outras causas metabólicas.
Interações Medicamentosas
Paracetamol:
Pacientes que tomam regularmente outros indutores de enzimas hepáticas, tal como a fenitoína, pode aumentar o risco de hepatotoxicidade com uma dose tóxica única de paracetamol ou com seu uso prolongado e a eficácia terapêutica pode diminuir;
Glucocorticóides e mineralocorticóides,
Carbamazepina,
Anticoncepcionais orais que contenham estrógenos,
Corticotrofina (ACTH),
Ciclosporina,
Dacarbazina,
Glucósidos digitálicos,
Disopiramida,
Doxiclina,
Estrógenos,
Levodopa,
Mexiletina ou
Quinidina:
A fenitoína induz a produção de enzimas microssomais hepáticas, acelerando assim o metabolismo dos fármacos administrados simultaneamente. Devido a isso, os efeitos terapêuticos destes medicamentos diminuem, sendo necessário o ajuste das doses destes medicamentos. (A carbamazepina também pode induzir ao metabolismo da fenitoína; recomenda-se o controle das concentrações sangüíneas para avaliação da dose).
Amiodarona:
O uso simultâneo com a fenitoína, pode aumentar as concentrações plasmáticas da mesma, dando lugar a um aumento dos efeitos e/ou toxicidade.
Antiácidos que contenham alumínio e magnésio ou carbonato de cálcio:
O uso simultâneo pode diminuir a biodisponibilidade da fenitoína; as doses de antiácidos e as de fenitoína devem ser administradas com um intervalo de 2 a 3 horas aproximadamente.
Anticoagulantes derivados da cumarina ou da indandiona,
Cloranfenicol,
Cimetidina,
Dissulfiram,
Vacina do vírus da gripe,
Isoniazida,
Metilfenidato,
Fenilbutazona ou
Sulfamidas:
A concentração sérica da fenitoína pode aumentar, devido a uma diminuição do metabolismo, aumentando assim os efeitos e/ou a toxicidade da fenitoína; pode ser necessário ajuste de dose da fenitoína. Além disso, o efeito anticoagulante dos anticoagulantes derivados da cumarina ou da indandiona pode aumentar inicialmente, porém decresce com o uso simultâneo prolongado.
Antidepressivos tricíclicos e, possivelmente compostos relacionados estruturalmente, tais como a ciclobenzaprina, ou
Haloperidol,
Loxapina,
Maprotilina,
Molindona,
Inibidores da monoamino-oxidase (MAO), incluindo a furazolidona, pargilina e procarbazina, ou
Fenotiazinas,
Pimozida ou
Tioxantenos:
Estes medicamentos podem diminuir o limiar da crise convulsiva e o efeito anticonvulsivo da fenitoína; pode-se potencializar a depressão do SNC; pode ser necessário um ajuste da dose da fenitoína.
O uso simultâneo com as fenotiazinas pode inibir o metabolismo da fenitoína, dando lugar a intoxicação por fenitoína.
Hipoglicemiantes orais ou
Insulina:
A fenitoína pode aumentar as concentrações séricas de glicose e a possibilidade de hiperglicemia; pode ser necessário ajustar a dose de um ou de ambos os medicamentos.
Barbitúricos ou
Primidona:
O uso simultâneo pode produzir efeitos variáveis sobre o metabolismo da fenitoína. As concentrações séricas de fenitoína deve ser estritamente vigiadas.
Cálcio:
O uso simultâneo de fenitoína com suplementos de cálcio ou com qualquer comprimido ou cápsula que contenha sulfato de cálcio como excipiente, pode dar lugar a formação de complexos não absorvíveis, diminuindo assim a biodisponibilidade do cálcio e da fenitoína; Estes medicamentos devem ser tomados separadamente com um intervalo de 1 a 3 horas.
Inibidores da anidrase carbônica:
A osteopenia induzida pela fenitoína pode ser potencializada.
Medicamentos que produzem depressão do Sistema Nervoso Central:
A depressão do Sistema Nervoso Central pode ser potencializada.
O consumo crônico de álcool pode diminuir as concentrações séricas e a eficácia da fenitoína; o uso simultâneo de fenitoína com a ingestão aguda de álcool pode aumentar as concentrações séricas de fenitoína.
Diazóxido oral:
Não se recomenda o uso simultâneo com fenitoína, já que pode produzir uma diminuição da eficácia da fenitoína e dos efeitos hiperglicemiantes do diazóxido.
Enflurano ou
Halotano ou
Metoxiflurano:
O uso crônico de fenitoína antes da anestesia pode aumentar o metabolismo do anestésico, dando lugar a aumento do risco de hepatotoxicidade, nefrotoxicidade (somente com metoxiflurano) e de toxicidade por fenitoína.
Ácido fólico:
Embora a fenitoína cause depleção das reservas corporais de folato, a suplementação com ácido fólico pode dar lugar a diminuição das concentrações séricas de fenitoína e a possível perda do controle da crise convulsiva; por isso, pode ser necessário aumentar a dose de fenitoína nos pacientes que recebam suplementos de folato.
Cetoconazol ou
Miconazol:
O uso simultâneo com a fenitoína pode produzir uma alteração do metabolismo do cetoconazol, da fenitoína ou de ambos; Tem-se descrito que o miconazol, aumenta as concentrações séricas de fenitoína, dando lugar a toxicidade por fenitoína; Pode ser necessário o ajuste da dose, antes e depois do tratamento com miconazol.
Folinato cálcico:
Grandes doses de folinato cálcico podem neutralizar os efeitos anticonvulsivos da fenitoína.
Levotiroxina:
O uso simultâneo com a fenitoína reduz a união da levotiroxina às proteínas séricas e diminui a concentração sérica total de T 4 até em 15 a 25%; No entanto, a maioria dos pacientes permanecem eutiroideos e não é necessário modificar a dose do hormônio tireoideano.
Metadona:
O uso crônico da fenitoína pode aumentar o metabolismo da metadona, provavelmente por indução da atividade das enzimas microssomais hepáticas, e pode precipitar os sintomas de abstinência nos pacientes que estão sendo tratados de dependência de opiáceos; pode ser necessário um ajuste da dose de metadona quando se inicia ou se suspende o tratamento com fenitoína.
Nifedipina ou
Verapamil:
Aconselha-se cautela quando a nifedipina ou o verapamil são usados simultaneamente com a fenitoína, que é um medicamento com alto índice de ligação às proteínas, já que se podem produzir alterações nas concentrações séricas de medicamento livre ou não ligado.
Rifampicina:
O uso simultâneo com a fenitoína pode estimular o metabolismo hepático da fenitoína; Pode ser necessário realizar uma cuidadosa vigilância das concentrações séricas de fenitoína e ajustes das doses.
Estreptozocina:
Não é recomendado o uso simultâneo com fenitoína.
Sulfinpirazona:
A sulfinpirazona pode deslocar a fenitoína de seu sítio de união às proteínas plasmáticas e diminuir seu metabolismo, produzindo possivelmente um aumento das concentrações plasmáticas e da vida média de eliminação; Embora a concentração de fenitoína no plasma não aumente significativamente, recomenda-se monitorizar os pacientes para a detecção dos sinais de toxicidade por fenitoína.
Trazodona:
Quando a fenitoína é usada simultaneamente com a trazodona, tem-se descrito um aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína; Sugere-se ter precaução e controlar estritamente o paciente.
Ácido valpróico:
O uso simultâneo com a fenitoína tem dado lugar ao aparecimento de crises convulsivas; O uso simultâneo requer um estrito controle do paciente, uma vez que as concentrações séricas de fenitoína variam. Deve-se ajustar as doses de fenitoína, de acordo com a necessidade de cada situação clínica.
Vitamina D:
A fenitoína pode reduzir o efeito da vitamina D, ao acelerar o metabolismo mediante indução das enzimas microssomais hepáticas; Os pacientes submetidos a tratamento anticonvulsivo a longo prazo podem requerer um suplemento de vitamina D, para evitar a osteomalácia, embora o raquitismo seja infreqüente.
Xantinas, tais como:
Aminofilina,
Cafeína,
Teofilinato de colina,
Teofilina:
Durante o tratamento simultâneo as concentrações séricas da fenitoína e da teofilina devem ser controladas. Pode ser necessário o ajuste das doses tanto da fenitoína, como da teofilina.
Modo de Uso
Devido a grande variação da resposta entre os pacientes, é muito importante que a dose seja individualizada.
Em alguns casos as determinações do nível sérico da droga podem ser necessárias para ajustes de dosagem ótima.
Controle ótimo sem sinais clínicos de toxicidade ocorre com mais freqüência com níveis entre 10 a 20 mcg/ml, embora alguns casos leves de epilepsia tônico-clônica (grande mal) possam ser controlados com níveis séricos baixos de fenitoína. Com a dosagem recomendada, é necessário um prazo de 7 a 10 dias para atingir níveis sangüíneos estáveis.
Não se recomenda fazer alterações de dosagem (aumentos ou diminuições) a intervalos de tempo inferiores a 7 - 10 dias.
Em pacientes que não receberam tratamento prévio, a dose inicial é de 1 comprimido de 100 mg, 3 vezes ao dia, que deverá ser posteriormente ajustada de acordo com as necessidades individuais. A dose de manutenção satisfatória para a maioria dos adultos é de 1 comprimido de 100 mg, 3 a 4 vezes ao dia, podendo ser aumentada para 2 comprimidos, 3 vezes ao dia, se necessário.
Os pacientes geriátricos, os gravemente enfermos e os que apresentam disfunção hepática, podem requerer uma dose inicial mais baixa, com ajustes posteriores, devido ao lento metabolismo da fenitoína ou ao menor grau de ligação às proteínas.
Pacientes Idosos
Pacientes idosos tendem a metabolizar a fenitoína lentamente, aumentando a possibilidade da medicação atingir concentrações séricas tóxicas. estes pacientes requerem doses mais baixas do medicamento, com ajustes posteriores.
Superdosagem
A toxicidade no sistema nervoso central e periférico é o efeito mais consistente da dose excessiva de fenitoína. O nistagmo (oscilação rítmica do globo ocular, seja horizontal, rotatória ou vertical), a ataxia (perda da capacidade de coordenação da ação muscular), a diplopia (visão dupla), a vertigem e outros efeitos cerebelovestibulares são comuns. Também observa-se turvação da visão, midríase e oftalmoplegia (paralisia de um ou mais nervos motores do olho). Os efeitos comportamentais incluem hiperatividade, confusão, obnubilação (perturbação da consciência, caracterizada por obscurecimento e lentidão do pensamento), sonolência e alucinações.
Já que não existe um antídoto específico para o tratamento da sobredose de anticonvulsivos do grupo das hidantoínas, o tratamento é sintomático e de manutenção e pode incluir o seguinte:
·· Indução da emese e lavagem gástrica;
· Para a depressão do Sistema Nervoso Central, respiratória ou cardiovascular, podem ser necessários oxigênio, vasopressores e ventilação assistida;
· Aconselha-se uma avaliação cuidadosa dos órgãos hematopoiéticos após a recuperação.
Laboratório
Medley S.A. Ind. Farm.
