Disofrol

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Bula do remédio Disofrol. Classe terapêutica dos Antigripais e Descongestionantes Nasais Topicos. Princípios Ativos Sulfato de Pseudoefedrina e Maleato de Dexbronfeniramina.

Indicação

Para que serve Disofrol?

DISOFROL está indicado no tratamento das alergias nasais, sinusite aguda ou subaguda, obstrução da trompa de Eustáquio e otite média secretora, rinite aguda, rino-sinusite, febre do feno. O componente anti-histamínico do DISOFROL proporciona alívio da rinorréia, espirro, e do lacrimejamento e prurido oculares.

Contraindicações

Quando não devo usar este medicamento?

DISOFROL cápsulas é contraindicado para pacientes com: hipertensão grave, distúrbios da artéria coronária. glaucoma, hipertrofia prostática, diabete ou hipertiroidismo. Também não deve ser administrado a mulheres grávidas ou no período de aleitamento, uma vez que sua segurança ainda não foi estabelecida durante a gestação e a lactação. O DISOFROL está também contra- indicado nos pacientes em uso de inibidores da MAO (anti- depressivos).

Posologia

Como usar Disofrol?

Adultos e crianças acima de 12 anos: uma cápsula de DISOFROL pela manhã e outra ao deitar-se. Em casos excepcionalmente difíceis, administra-se uma cápsula de 8 em 8 horas. Após a melhora inicial pode-se empregar uma cápsula ao dia para o controle dos sintomas.

Efeitos Colaterais

Quais os males que pode me causar?

O médico deve estar alerta para a possibilidade de efeitos adversos associados com fármacos simpaticomiméticos e anti- histamínicos. O efeito secundário mais frequente com o maleato de Dexbronfeniramina é uma sonolência leve a moderada. Outros efeitos secundários possíveis dos anti-histamínicos incluem: reações cardiovasculares, hematológicos, neurológicas, gastrointestinais, geniturinárias e respiratórias.

Há relatos de reações adversas gerais como: urticária, rash cutâneo, choque anafilático, fotosensibilidade, sudorese excessiva, calafrios, ressecamento da boca, nariz e garganta.

Os efeitos secundários simpaticomiméticos incluem depressão do SNC, inquietude, ansiedade, tensão, insônia, convulsão, tremores, fraqueza, vertigem, náusea, cefaléia, rubor, palidez, dificuldade respiratória, vômitos, anorexia, cãimbras musculares, poliuria, disuria, espasmos do esfincter vesical, retenção urinária. Os efeitos cardiovasculares associados com os agentes simpaticomiméticos incluem hipertensão, palpitação, taquicardia, arritmias, angina, insuficiência cardíaca e colapso cardiovascular.

Advertências e Precauções

O que devo saber antes de usar este medicamento?

DISOFROL deve ser usado com cautela em pacientes com glaucoma de Ângulo estreito, úlcera péptica estenosante, obstrução piloro-duodenal, hipertrofia prostática ou obstrução do colo versical, enfermidades no aparelho cardiovascular.

Os anti-histamínicos podem causar náuseas, sedação e hipotensão em pacientes acima de 60 anos de idade, sendo estes pacientes os que mais frequentemente apresentam reações adversas aos agentes simpaticomiméticos.

Deve-se advertir os pacientes no sentido de não realizar atividades que necessitem estado mental de alerta, como guiar automóveis ou operar equipamentos, até que a reação ao medicamento seja determinada.

A segurança e eficácia de DISOFROL não está estabelecida em crianças menores de 12 anos.

Superdosagem

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada?

Em casos de superdosagem, o tratamento de urgência deve ser iniciado imediatamente.

Os efeitos de uma superdosagem com anti-histamínicos pode variar desde depressão do SNC (sedação, apnéia, diminuição do estado de alerta e colapso cardiovascular) a estímulo (insônia, alucinações, tremores ou convulsão), e até a morte. Outros sinais e sintomas podem incluir náuseas, tinnitus, ataxia, visão turva e hipotensão. O estímulo é especialmente provável em crianças, assim como também os sinais e sintomas similares aos causados por atropina (boca seca, pupilas fixas e dilatadas, rubor, hipertermia e sintomas gastrintestinais). Os agentes simpaticomiméticos, em doses elevadas, podem dar lugar a náuseas, cefaléia, vômitos, sudorese, sede, taquicardia, dor precordial, palpitações, dificuldade de micção, fraqueza e tensão muscular, ansiedade, inquietude e insônia. Muitos podem apresentar uma psicose tóxica com alucinações e delírios.

Alguns podem desenvolver arritmias cardíacas, colapso circulatório, convulsões, coma e insuficiência respiratória.

Tratamento: Deve induzir-se o vômito, mesmo que tenha ocorrido emese espontânea. O vômito induzido farmacologicamente por administração de xarope de ipeca, é o método preferido. No entanto, o vômito não deve ser induzido em pacientes com diminuição do nível de consciência. A ação da ipeca é facilitada pela atividade física e pela administração de 240 e 360 ml de água. Se não ocorrer emese dentro de 15 minutos, deve-se repetir a dose de ipeca. Precauções devem ser tomadas para impedir a aspiração, especialmente no caso de lactentes e crianças. Depois da emese, qualquer droga que permanecer no estômago pode ser absorvida por meio de carvão ativado administrado como suspensão em água. Se o vômito não ocorrer ou estiver contra-indicado, deve-se fazer uma lavagem gástrica. As soluções de eleição para a lavagem gástrica são as salinas isotônias. Os agentes catárticos salinos atraem água para os intestinos por osmose e, portanto podem ser valiosos por sua ação diluente rápida do conteúdo intestinal. A diálise tem pouco valor no envenenamento por anti- histamínicos. Depois do tratamento de emergência, o paciente deverá continuar em observação clínica.

O tratamento dos sinais e sintomas de superdosagem é sintomático e de suporte. Não se deve usar estimulantes. Agentes vasopressores podem ser usados para tratar hipotensão. Para controlar as convulsões, pode-se administrar barbitúricos de ação curta, diazepam ou paraldeído. A hiperpirexia, especialmente em crianças, pode necessitar tratamento com banhos com água morna. A apnéia é tratada com suporte ventilatório.

Gravidez e Lactação

A segurança do uso deste produto durante a gravidez e amamentação não está estabelecida, deve-se proceder com cautela na administração do produto a lactantes, uma vez que certos anti-histamínicos são excretados no leite humano.

Interação Medicamentosa

Os inibidores da monoamino oxidase (MAO) prolongam e intensificam os efeitos dos anti-histamínicos, podendo ocorrer hipotensão grave. O uso concomitante de anti-histamínicos com álcool, antidepressivos tricíclicos, barbitúricos ou outros agentes depressores do Sistema Nervoso Central (SNC) pode potencializar o efeito sedante da Dexbronfeniramina. A ação dos anti-coagulantes orais pode ser inibida pelos anti-histamínicos.

Os fármacos que contém pseudoefedrina não devem ser administrados a pacientes tratados com inibidores da MAO ou até 10 dias após a suspensão destes medicamentos. A pseudoefedrina não deve ser usada com agentes bloqueadores gangliônicos ou com bloqueadores adrenérgicos. Pode ocorrer aumento da atividade de marcapassos ectópicos quando se usa pseudoefedrina concomitantemente com digital. Os antiácidos aumentam a taxa de absorção da pseudoefedrina e o caolin a diminue.

Laboratório

Ind. Quím. e Farm. Schering-Plough S.A.

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