Coristina D

Bula do remédio Coristina D. Classe terapêutica dos Antigripais. Princípios Ativos Cafeína, Ácido Acetilsalicílico, Maleato de Dexclorfeniramina e Cloridrato de Fenilefrina.

Indicação

Para que serve Coristina D?

Coristina d está indicada no tratamento das dores e febres, para a congestão nasal e alívio da coriza associadas ao estado gripal e do resfriado comum.

Uso adulto e pediátrico(acima de 6 anos) - Uso oral

Farmacocinética

Como funciona este medicamento?

Coristina d é uma associação medicamentosa que reúne a combinação da ação analgésica e antitérmica obtida com o ácido acetilsalicílico, com a ação antialérgica do maleato de dexclorfeniramina, com as propriedades vasoconstritoras do cloridrato de fenilefrina e a ação revigorante da cafeína.

Posologia

Como usar Coristina D?

  • Adultos e crianças maiores de 12 anos: Um comprimido de quatro em quatro horas, não excedendo a 4 comprimidos em um período de 24 horas.
  • Crianças de 6 a 12 anos: ½ comprimido de 4 em 4 horas, não excedendo 2 comprimidos em um período de 24 horas.

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Efeitos Colaterais

Quais os males que pode me causar?

Informe ao seu médico o aparecimento de efeitos colaterais, como sonolência, urticária, erupções cutâneas, sudorese, calafrios, secura da boca, nariz e garganta, ansiedade, dor de cabeça, tonturas, palpitações, náuseas ou vômitos, taquicardia.

Contraindicações

Quando não devo usar este medicamento?

Coristina d está contraindicada em recém-nascidos e prematuros; em pacientes com glaucoma de ângulo agudo, retenção urinária, em pacientes com hipertensão grave, doença coronariana grave ou hipertireoidismo, e naqueles que demonstraram hipersensibilidade ou idiossincrasia a um de seus componentes, a agentes adrenérgicos ou a outras drogas de estrutura química similar.

Coristina d não deve ser administrado para pacientes tratados com inibidores da monoaminoxidase (MAO) ou nos 14 dias após a descontinuação desse tratamento.

Advertências e Precauções

O que devo saber antes de usar este medicamento?

Coristina d na gravidez e amamentação: informar ao médico a ocorrência de gravidez durante o tratamento ou após o seu término.

Informe ao seu médico se está amamentando.

A segurança do uso de Coristina d durante a gravidez ainda não foi estabelecida.

Coristina d deverá ser usada com cautela em pacientes com asma, úlcera péptica estenosante, obstrução piloroduodenal, hipertrofia prostática ou obstrução do colo vesical, doença cardiovascular, naqueles com aumento da pressão intraocular, Diabetes mellitus ou anormalidades na coagulação.

Os pacientes deverão ser alertados quanto a exercerem atividades que necessitem de estado de alerta mental, tais como dirigir automóveis, operar maquinarias etc.

Os anti-histamínicos podem causar vertigens, sedação e hipotensão em pacientes com mais de 60 anos de idade. Esses pacientes são mais propensos a apresentar reações adversas aos simpaticomiméticos.

Este produto contém o corante amarelo de tartrazina que pode causar reações de natureza alérgica, entre as quais asma brônquica, especialmente em pessoas alérgicas ao ácido acetilsalicílico.

O ácido acetilsalicílico deverá ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática e em hemofílicos.

A segurança e eficácia do uso de Coristina d em crianças menores de 6 anos de idade ainda não foi determinada. Coristina d pode causar excitabilidade, principalmente em crianças.

Usar com cautela em pacientes que estejam tomando anticoagulantes, ou nos que estejam recebendo tratamento para Diabetes mellitus, gota ou artrite.

Interromper o uso em caso de tontura, zumbidos nos ouvidos ou diminuição da audição.

A ingestão de 1 grama ou mais de cafeína pode dar origem a distúrbios neurológicos ou cardiovasculares.

Interações Medicamentosas

Coristina d não deverá ser usada concomitantemente com álcool, barbitúricos, antidepressivos tricíclicos ou outros depressores do sistema nervoso central.

Coristina d não deve ser administrada para pacientes tratados com inibidores da monoaminoxidase (MAO) ou nos 14 dias após a descontinuação desse tratamento.

A ação dos anticoagulantes orais pode ser inibida pelos anti-histamínicos.

Superdosagem

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada?

Em caso de superdose, o tratamento de emergência deverá ser iniciado imediatamente.

Sintomas atribuíveis à superdose com ácido acetilsalicílico incluem desidratação, hiperpneia, distúrbios ácido-básicos com o desenvolvimento de acidose metabólica e hipoprotrombinemia.

Os efeitos da superdose com anti-histamínicos podem variar de depressão do sistema nervoso central (sedação, apneia, diminuição do estado de alerta mental, colapso cardiovascular), excitação (insônia, alucinações, tremores ou convulsões) até o óbito.

Os sinais de superdose incluem: zumbidos, ataxia, visão turva e hipotensão, tonturas, cefaleia, náusea, vômitos, sudorese, sede, taquicardia, dor precordial, palpitações, dificuldade miccional, fraqueza muscular, tensão, ansiedade, agitação e insônia, psicose tóxica com alucinações e delírios.

Alguns pacientes podem desenvolver arritmias cardíacas, colapso circulatório, convulsões, coma e falência respiratória.

A estimulação ocorre principalmente em crianças, assim como sinais e sintomas do tipo atropínico (boca seca, pupilas dilatadas e fixas, rubor, hipertermia e sintomas gastrintestinais).

Os pacientes deverão ser induzidos ao vômito, mesmo que a êmese tenha ocorrido espontaneamente.

A indução dos vômitos é feita pela administração de xarope de ipeca é o método preferido. Entretanto, os vômitos não deverão ser induzidos em pacientes com alteração da consciência.

A ação da ipeca é facilitada pela atividade física, e pela administração de 240 a 360 ml de água. Se a êmese não ocorrer dentro de 15 minutos a dose de ipeca deverá ser repetida.

Deverão ser tomadas precauções contra a aspiração, especialmente em crianças e lactantes. Após a êmese, a quantidade da droga remanescente no estômago poderá ser absorvida pela administração de pasta de carvão ativado diluída em água. Caso não ocorram os vômitos, ou estes estejam contra-indicados, deverá ser realizada a lavagem gástrica.

Soluções salinas isotônicas ou meio isotônicas são as soluções de escolha.

Catárticos salinos atraem água para o intestino por osmose e, portanto, podem ser úteis por sua ação de rápida diluição do conteúdo intestinal. A diálise é de pouca ajuda na intoxicação por anti-histamínicos.

Após o tratamento de emergência, o paciente deverá continuar sendo monitorizado clinicamente.

O tratamento dos sinais e sintomas da superdose é sintomático e de apoio.

Estimulantes (agentes analépticos) não deverão ser usados.

Vasopressores poderão ser usados para tratar a hipotensão.

Barbitúricos de ação curta, diazepam ou paraldeído, poderão ser administrados para controlar as convulsões. Hipertermia, especialmente em crianças, poderá necessitar tratamento com banhos de água morna ou um cobertor hipotérmico.

A apneia é tratada com medidas ventilatórias.

O tratamento adicional para envenenamento com salicilatos é de suporte: manter a hidratação, o equilíbrio hidro-eletrolítico, e reduzir a hipertermia.

A excitação grave ou as convulsões podem ser tratadas com barbitúricos.

A diurese forçada, através da administração de soluções eletrolíticas apropriadas e da alcalinização da urina com bicarbonato, podem aumentar a excreção renal de salicilatos.

A diálise pode ser benéfica em casos de toxicidade extrema.

Composição

Cada comprimido de Coristina d contém 400 mg de ácido acetilsalicílico, 1 mg de maleato de dexclorfeniramina, 10 mg de cloridrato de fenilefrina, 30 mg de cafeína.

Excipientes: lactose, dióxido de silício coloidal, amido de milho, celulose microcristalina, estearato de magnésio, corante FDC amarelo nº5 Al lake, talco, corante FDC amarelo nº6 Al lake, corante FDC ponceau 4R e corante FDC amarelo nº6, povidona K 90.

Apresentação:

  • Blister com 4 comprimidos.
  • Caixa com 4 blisters com 4 comprimidos.

Armazenamento

Onde como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?

Coristina d deve ser armazenada em temperatura entre 2ºC e 30ºC.

Laboratório

MANTECORP INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA LTDA

SAC: 0800 011 7788

Dizeres Legais

M.S. 1.0093.0126

Farm. Resp.: Lucia Lago Hammes CRF-RJ 2804

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