Atensina

Bula de Atensina

Bula do remédio Atensina. Classe terapêutica dos Antihipertensivos. Princípios Ativos Clonidina.

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Indicação

Para quê serve Atensina?

Todas as formas de hipertensão arterial.

Contraindicações

Quando não devo usar este medicamento?

Hipersensibilidade à clonidina. Doença do nódulo sinusal.

Posologia

Como usar Atensina?

A doença hipertensiva desenvolve-se muito lentamente e, assim sendo, é para preservar o bem-estar do paciente, não é recomendável uma redução rápida dos valores pressóricos, exceto nos casos de crise hipertensiva. Para a maioria dos casos de hipertensão leve é suficiente uma dose diária de ATENSINA, variando de 0,075 a 0,200 mg. Deste modo, recomenda-se iniciar o tratamento com uma dose única diária, à noite de 0,075 mg, 0,100 mg, 0,150 mg ou 0,200 mg, de acordo com o grau de severidade do quadro clínico. Na eventualidade de não ser obtido o controle desejado dos valores tensionais dentro de 1 a 3 semanas, a dose diária poderá ser aumentada, administrando se pela manhã dose idêntica à da noite. Para alguns casos pode ser necessário ampliar a posologia, sucessivamente, até que a pressão arterial se situe em níveis adequados. Salvo determinadas exceções, um aumento da dose diária para mais de 0,450 mg não proporciona em geral uma redução adicional importante dos valores pressóricos. Somente nas formas de hipertensão grave pode ser necessário um aumento da dose diária até 0,900 mg, que deverá ser subdividida em 3 doses individuais de 0,300 mg cada.

Efeitos Colaterais

Quais os males que este medicamento pode me causar?

Reações adversas são, em geral, diretamente relacionáveis às doses empregadas. Sobretudo no início do tratamento podem ocorrer secura da boca e sensação e cansaço, que tem a desaparecer com a continuação da terapêutica. Distúrbios ortostático podem surgir, especialmente quando doses elevadas são utilizadas pela primeira vez.
Em casos raros ATENSINA pode provocar reações centrais como obnubilação e vertigem. Muito raramente, mencionam-se obstipação, transtornos do sono da potência e distúrbios circulatórios. Apenas em casos excepcionais e (ou) com o uso de altas doses, foram referidas reações de hipersensibilidade, transtornos da percepção, pesadelo, ginecomastia, dores das glândulas parótidas, estado de depressão, secura da mucosa nasal diminuição da lacrimação.

Superdosagem

O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?

Sintomas: Sonolência, secura da boca, hipotensão, distúrbios ortostáticos, bradicardia, vômitos, diminuição ou ausência de reflexos, respiração superficial. Tratamento: Na maioria dos casos é suficiente um tratamento sintomático. Após ingestão de dose excessiva, efetuar lavagem gástrica e administrar um vasopressor e um analéptico. Como antídoto específico é apropriada a tolazolina (10 mg de tolazolina IV neutralizam o efeito de 0,6 mg de clonidina).

Composição

Comprimidos com 0,100 mg ou 0,150 mg ou 0,200 mg de cloridrato de clonidina.

Apresentação

Comprimidos de 0,100 mg:
Embalagens com 30 comprimidos. Comprimidos de 0,150 mg: Embalagens com 30 comprimidos. Comprimidos de 0,200 mg: Embalagens com 30 comprimidos.

Interações Medicamentosas

O efeito hipotensor de ATENSINA é potencializado por outros anti-hipertensivos. A este respeito, existem experiências de combinações com diuréticos, vasodilatadores e betabloqueadores. No uso concomitante de betabloqueadores e (ou) glicosídios cardíacos podem ocorrer uma diminuição acentuada da freqüência cardíaca (bradicardia) ou, muito raramente transtornos do ritmo cardíaco (bloqueio AV).
Se, durante um tratamento concomitante com betabloqueadores, for necessário suspender a terapia anti-hipertensiva, deve-se, de inicio, reduzir lenta e progressivamente o betabloqueador e, posteriormente, também de modo progressivo, a ATENSINA. Antidepressivos tricíclicos podem reduzir a ação hipotensora da ATENSINA. Clonidina pode aumentar o efeito sedativo de álcool, hipnóticos e tranqüilizantes. A tolazolina pode reduzir ou inibir, de modo dose-dependente, o efeito da clonidina, sendo apropriada, assim, como antídoto.

Gravidez e Lactação

Após vários anos de estudos com clonidina não foram registrados indícios de efeitos desfavoráveis ou prejudiciais em gestantes. Mesmo assim, devem ser observadas as medidas habituais de precauções a respeito do uso de medicamentos na gravidez, sobretudo durante o primeiro trimestre. Clonidina passa para o leite materno, sem, todavia, exercer qualquer ação desfavorável sobre o lactente, quando do uso do produto em doses terapêuticas.

Laboratório

Boehringer Ingelheim do Brasil Química e Farmacêutica Ltda.

SAC 0800-7016633

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